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terça-feira, 27 de março de 2012

Pilates melhora sua Dor no Joelho







...e previne de complicações !


Uma das maiores queixas de dores é a DOR NOS JOELHOS, uma das articulações que nosso corpo mais sofre porque a articulação permite muita mobilidade. A dor pode ser a causa de muitos fatores como, por exemplo: desequilíbrios musculares, desvio postural, sobrepeso entre outros como a artrite, tendinite, condromalácia, ou até mesmo lesões no menisco, tendões e ligamentos.

A primeira coisa que um instrutor de Pilates deve se preocupar é o histórico dessa pessoa, desde rotina de vida até os momentos de como ela sente a dor. Através da Análise Postural desse cliente o instrutor observa os desvios posturais e desequilíbrios musculares (ele consegue identificar o que está alongado ou encurtado), então é possível programar a aula em relação ao que deverá ser estabilizado, mobilizado e possíveis modificações de acordo com as necessidades daquela postura.

Sem dúvidas o acompanhamento de um especialista do caso não é descartado. Hoje em dia está cada vez mais comum encontrarmos profissionais de diferentes áreas tratando e/ou treinando o mesmo cliente cada um dentro de sua especialidade, ou seja, o tratamento da dor nunca será um só, serão válidos outros acompanhamentos com certeza.

Dentre os tratamentos destacam-se: ingestão de analgésicos, injeções, aplicação de gelo ou até mesmo cirurgia em casos irreversíveis, mas vale lembrar que o sedentarismo acelera o surgimento de problemas nos joelhos, por isso o motivo da indicação da atividade física e entre todas estão modalidades de baixo impacto, que por sua vez o Pilates é a indicação mais comum.

O Pilates desde a década de 20 foi se desenvolvendo cada vez mais e hoje sabemos que é saudável ao corpo exercitar-se com um alinhamento que seja o mais próximo do que chamamos de neutro possível, natural. Com isso atingimos resultados através dos objetivos do método (melhora da postura, fortalecimentos muscular, prevenção de tensão, dor e lesões).

SUGESTÕES:

* Mantenha a prática de atividade física regularmente (prefira modalidades de baixo impacto, por exemplo, o Pilates);

* Opte por calçados e vestimenta adequados para cada tipo de modalidade;

* Evite ficar com o joelho flexionado por muito tempo;

* E para as mulheres, use sapato com salto com moderação, pois além de encurtar a musculatura da panturrilha geralmente comprometerá o equilíbrio no alinhamento neutro de seu corpo.

Fonte: Revista Pilates

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Prática de esportes desenvolve o cérebro


É comum falar sobre os benefícios da prática de exercícios físicos, principalmente, para o corpo e pela saúde. Entretanto, as informações sobre a melhoria que o esporte pode causar no cérebro dos praticantes ainda são pouco compartilhadas.

De acordo com cientistas, fazer artes marciais, dança, natação, entre outros esportes, pode favorecer o bombeamento de sangue o que sugere mais oxigênio pelo corpo. Se os exercícios forem regulares os riscos de a pessoa sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) são reduzidos.

As pesquisas sobre esta relação foi coordenada pelo professor do Departamento de Neurologia da Unicamp, Li Li Min. Segundo ele, os exercícios estimulam a criação de novos neurônios, o que contradiz a informação de que as pessoas nascem com uma quantidade certa de neurônios e tais números diminuem ao longo dos anos."Além de possibilitar o ganho de novos neurônios, o exercício aumenta a capacidade de interação e comunicação entre eles, que é o que chamamos de sinapse", afirma Min.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram imagens cerebrais de oito lutadores de judô, oito corredores de maratonas de longa distância e 20 sedentários. Naqueles que praticam esportes foi percebido uma aumento na massa cinzenta. Tal “ampliação” da massa do cérebro também foi uma descoberta. Acreditava-se que apenas algumas doenças poderiam causar este aumento do órgão, mas o professor Min apontou que, assim como os músculos do corpo, o cérebro também pode “ganhar massa” e dependendo de qual região isto ocorre, o ganho está associado à determinada prática esportiva.

"A pesquisa serviu para mostrar a capacidade adaptativa do cérebro aos exercícios. Se a prática de esportes pode influir inclusive na plasticidade da massa cinzenta, fazendo com que áreas do cérebro se desenvolvam mais, isso indica que os benefícios das atividades físicas são mesmo inegáveis à mente", afirma Min.

Com informações de Vida Simples.

Redação CicloVivo

domingo, 23 de outubro de 2011

Terapia com célula-tronco regenera cartilagens

Método, que utiliza as células-tronco do próprio paciente, pode interromper patologia comum em bailarinos
Por Diana Brtio – Rio

Uma lesão no quadril, diagnosticada no final do ano passado, quase interrompeu a carreira do bailarino Cleber Fantinatti, 28, integrante da Companhia Oficial de Balé da Cidade de São Paulo.

Graças a um tratamento, ainda experimental, com células-tronco, Fantinatti recuperou-se e conseguiu participar de um dos espetáculos mais almejados por ele: a reabertura do Teatro Municipal de São Paulo, em junho.

O procedimento foi feito pelo ortopedista carioca Carlos Bittencourt, 60, professor de ortopedia do curso de Medicina da UFF (Universidade Federal Fluminense).

Ele faz testes há quase um ano com plaquetas associadas a células-tronco adultas expandidas, retiradas dos próprios pacientes.

Em estudo ainda inédito, o médico afirma que a aplicação da substância pode regenerar a cartilagem lesionada em cerca de seis meses.

Fantinatti não é o único bailarino a sofrer deste tipo de lesão. Por conta do esforço físico, problemas nas articulações principalmente dos quadris são comuns nessa categoria profissional.

Desde o início do ano, o ortopedista Bittencourt fez o mapeamento das articulações de 30 bailarinos profissionais do Rio e São Paulo, com foco principalmente na região dos quadris. O objetivo do estudo é diagnosticar precocemente a patologia por meio de exames de imagem e, assim, impedir que as lesões se tornem mais graves.

"Poderemos interromper essa degeneração da articulação, tão comum em bailarinos, fazendo uma simples infiltração", afirma. A intenção do médico é mapear pelo menos 300 bailarinos profissionais do país.

TRATAMENTO: Segundo o ortopedista, o tratamento com células-tronco e plaquetas pode ser feito de três maneiras, dependendo da gravidade da lesão.

A primeira é por meio de procedimento menos invasivo, com injeção intra-articular em casos de pequenas lesões, como o de Cleber.

Também pode ser realizado por meio de artroscopia (cirurgia feita com sistema ótico de visualização do interior de uma articulação), em casos de degeneração maior.

Uma terceira opção, para os casos mais graves, é uma cirurgia mais complexa, com a abertura da articulação.

As células-tronco são retiradas da medula óssea um mês antes da aplicação.

Em laboratório, o pesquisador inicia o processo de separação e expansão das células-tronco. Depois, aguarda para que as células se multipliquem até chegar à quantidade necessária para o tratamento do paciente.

No dia do tratamento, o sangue do paciente é coletado para a separação das plaquetas, que contêm fatores de crescimento.

O médico injeta as células-tronco e as plaquetas. O procedimento no quadril precisa ser guiado através de imagens de ultrassom ou radioscopia, por se tratar de uma infiltração mais profunda.

Hoje trinta pacientes estão em tratamento, a maioria com lesões no quadril, semelhantes a de Fantinatti.

                                            Cleber Fantinatti voltou a dançar / Foto deEduardo Knapp - Folhapress

DEPOIMENTO: "Em quatro meses, não sentia mais dores", revela bailarino

O risco de não voltar a dançar levou o bailarino Cleber Fantinatti, 28, a submeter-se a uma terapia experimental para curar a lesão no quadril.

"Resolvi fazer o tratamento na tentativa de evitar uma futura operação. Sei que é uma técnica ainda muito nova no Brasil, mas já faz oito meses que fiz a aplicação e não senti nenhum desconforto até hoje", disse à Folha.

Com oito anos de profissão, o dançarino paulista contou que sentia dores incômodas no quadril quando fazia movimentos no balé.Em dezembro, ele aceitou ser o primeiro a realizar o procedimento celular com injeção intra-articular.

"Fui para o Rio fazer a aplicação, que durou de três a quatro minutos. Fiquei dois meses em repouso e voltei a dançar gradativamente. Em quatro meses eu já não sentia mais dor. Se vai servir para sempre, não sei, mas posso afirmar hoje é que não sinto mais aquela dor", disse.

"Ainda não dá para dizer que ele se curou completamente, mas é o que chamamos de medicina baseada em evidências", disse o ortopedista Carlos Bittencourt. (DB)

Fonte: Folha de S. Paulo – Caderno Saúde

sábado, 26 de março de 2011

Dança de Salão indicada como exercicio...

Depois de mais de um ano fazendo musculação e aeróbica na academia, os joelhos da estudante Ana Prado Nogueira, 19, começaram a doer. Ela até que tentou manter a malhação, mas as dores foram mais fortes e a levaram da academia para o ortopedista.  Diagnóstico: estresse devido à sobrecarga. "Tive que parar por uns oito meses", conta ela, que faz cursinho preparatório para o vestibular. Depois de recuperados os joelhos, o médico autorizou a volta aos exercícios, mas alertou que ela precisaria escolher uma modalidade que não forçasse tanto. Ana preferiu dançar e pratica há quatro meses dança indiana, duas vezes por semana.

Assim como a estudante, outros paulistanos vêm trocando os aparelhos, as piscinas e a ginástica pela pista de dança e, por indicação médica ou em busca de um exercício diferente, vêm mantendo a forma física ao som de forró, gafieira, bolero, tango ou frevo. "E é impressionante o efeito", comemora Ana. "Parece moleza, mas é puxado. São duas horas suando, meus músculos das pernas estão superfortes e não senti mais nada nos joelhos. "Para a coordenadora do curso de dança da Unicamp, Graziela Estela Fonseca Rodrigues, 51, há ainda um fator de equilíbrio do corpo que a dança incentiva. "A dança trabalha com a totalidade do corpo. Não só os aspectos físicos, mas também os emocionais", afirma.

Depressão
A dona-de-casa Rosa Paula Ibarra, 60, conta que quem a vê hoje nem acredita que, há cinco anos, ela era uma mulher deprimida, que dependia de remédios até para dormir. "Em 2000, fiquei viúva, me sentia triste e solitária", diz. Foi o neurologista que indicou mais vida social e exercícios físicos. Ainda relutante e pouco animada, Rosa procurou a academia, incentivada pela filha, professora de dança.
Há um ano, ela não toma mais nenhum antidepressivo. Hoje ela namora Antonio, 64, que conheceu no clube Piratininga, um dos templos dos bailes de São Paulo, e não perde as saídas para dançar com o pessoal da academia às sextas, aos sábados e aos domingos."É infalível. Vamos sempre.


Neurocientista no Salão


Aprender a dançar é um prato feito para uma neurocientista de plantão. Tudo começa com o planejamento. É preciso encontrar o local, escolher uma turma adequada ou um professor particular e coordenar dia e hora com todos os afazeres habituais, o que dá trabalho ao córtex pré-frontal. Marcado o dia, vem o prazer da expectativa, a antecipação da recompensa de rodopiar com a música. E então as aulas. Os professores sabem há tempos que o cérebro aprende novos programas motores aos poucos, então ensinam os passos em etapas. O córtex motor elabora a nova seqüência de movimentos, até então nunca usada, ordena sua execução e começa a ajustá-la, de acordo com os erros e os acertos, com a ajuda dos núcleos da base. Depois que cada seqüência é polida, é hora de coordená-las em um programa motor completo que cuida da execução fluida de combinações de "sombreros", "coca-colas" e "passeias" no ritmo da música, de preferência, se seu cerebelo ajudar. E haja cerebelo para manter o prumo com tantos rodopios.   [...] Dançando, é possível manter saudável a resposta do cérebro ao estresse e treinar a memória e as habilidades sociais.  Até aí vai. Mas cantarolar a música e dançar ao mesmo tempo leva um tempo.


terça-feira, 22 de março de 2011

Dança de Salão faz os neurônios saltar

Quem pensa que a dança só trabalha os movimentos do corpo, se engana e muito. Enquanto braços e pernas se mexem no ritmo da música, os neurônios também fazem a festa.
Especialistas em neurologia afirmam que dançar faz bem para a mente, relaxa, ameniza o estresse.  "Nas aulas de dança, as pessoas sorriem, extravasam as emoções.  A dança funciona como uma exaustão emocional sabe.  Por alguns instantes os alunos esquecem dos problemas modernos". Diz Ivan Sousa, professor de dança de salão.
 Os benefícios da dança começam a ser sentidos de dentro pra fora. A professora de dança e bailarina Daniele Barilli diz que, aprender a dançar é aprender um jeito de viver melhor. "Muitas pessoas demoram a perceber, mas eu observo que os alunos de dança com o passar do tempo, vão ficando mais alegres, soltos, vão soltando os bichos que tem dentro deles”. Timidez, depressão, tristeza são problemas que podem ser tratados em aulas de dança de salão. Professores de dança são unânimes em dizer que a dança resgata o que a pessoa tem de melhor dentro dela. "Quem aprende a dançar se sente mais bonito, o rosto muda, o jeito de agir e pensar também". Afirma Ivan.